| home |
Música e Vida |
Cursos |
Projetos Executados |
Contato |
✿ PROJETO MÚSICA E VIDA
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
M Ú S I C A E V I D A
Justificativa:
A psicologia nos ensina que os primeiros anos de formação da criança são muito importantes por serem responsáveis pelo seu futuro caráter. Nesta 1a fase de seu desenvolvimento, a criança é capaz de exteriorizar alegria, dor, raiva, medo, demonstrando sua emotividade des- de o berço, caracterizando uma fase egocêntrica, onde está voltada só - mente para suas necessidades pessoais. O atendimento a cada uma dessas necessidades, a faz sentir-se segura, amada, desejada e poderá desenvolver-se sem traumas, sofrimentos ou conflitos. A passagem dessa fase para a fase social, acontece natu- ralmente quando a criança ingressa no ambiente escolar e passa a convi- ver com os colegas e professores. Se a 1a fase foi normal, a criança inse- re-se sem conflitos em seu novo ambiente, interessando-se por ele e de- senvolvendo sua capacidade de união e comunicação. Se, ao contrário, for portadora de problemas emotivos, vinda de um lar desequilibrado ,re - jeitada, agredida e carente, sua adaptação ao ambiente escolar pode ser difícil e, talvez, nem aconteça. Esta criança sente dificuldades para adaptar-se ao novo am- biente porque suas frustrações e carências a encaminham para a neces - cidade de ser aceita em seu próprio ambiente, ao mundo que ela conhe - ce e onde vivem outras crianças com as quais ele se identifica .Esse mun- do , geralmente, não é a sua casa, é a rua, onde encontra tudo que de - seja: amigos, diversão e até protetores que lhe oferecem atenção e di - nheiro em troca de serviços que incluem, o comercio de drogas, roubo e prostituição. Ela está preparada para uma outra forma de socialização: a marginalidade. A sociedade marginal é regida pelos mesmos princípios que regem a sociedade estabelecida. Ali encontramos honestidade, lealdade, justiça, ética e desejo de triunfo através do próprio esforço. A diferença básica é que, na marginalidade tais princípios estão colocados de forma inadequada pois reforçam a exclusão de um todo. A criança marginalizada, sentindo-se rejeitada pela socieda- de oposta à sua, torna-se presa fácil da violência, e do uso das drogas levada por um profundo sentimento de separatividade e frustração como se o mundo se resumisse em portas e janelas fechadas, sem escolhas e sem liberdade. Diante dessa realidade, criamos o projeto Música e Vida, cujo objetivo é devolver à criança a crença num mundo melhor, criado pelas próprias mãos, levando-a a um relacionamento humano correto, através da auto confiança e sentimento de igualdade em relação ao próximo. Música e Vida é um projeto simples. Seu instrumento de tra- balho é a música. Não existe em seus objetivos o desejo de formar virtuo- ses ou incensar talentos utilizando a mídia como intermediária de vaida - des: aproveitar tendências sim, enfatizar diferenças, não. A música é um fator de união poderoso: fazendo música, to - dos são iguais. A igualdade traz a compreensão; a compreensão traz a responsabilidade; a responsabilidade traz a cooperação; a cooperação traz a comunicação e a comunicação traz o Amor, o amor altruista, o a – mor fraterno que une e transforma.
“ Nenhum homem é uma ilha que se sustenta por si mesma; todo homem é uma parte do continente, uma parte do todo; se o mar arranca da terra um pequeno torrão o continente é diminuído, nem mais, nem menos, do que lhe fosse arrancado um promontório...” John Donne, poeta in - glês. 1572 - 1631
Público Alvo : crianças e adolescentes na faixa etária de 7 a 18 anos.
ESTRATÉGIA DE AÇÃO: obedece a 2 fases:
A) IMPLANTAÇÃO B) EXPANSÃO
A) IMPLANTAÇÃO: Chegada à comunidade e conhecimento de seus membros. Uma sala, um galpão, uma garagem, enfim, qualquer espaço, servirá para o início do trabalho. Nesta fase, serão convidados a participar os membros da comunidade que saibam cantar ou tocar um instru- mento. Dessas habilidades, partirá a formação didática dos as - sistentes, sob a orientação do responsável pelo projeto. Como atividade coletiva, com vistas à socia- lização, serão organizados 2 coros – infantil e adulto – com a participação de todos que o desejarem. Além da atividade coral, as reuniões para ensaio, incentivarão a fabricação de instrumentos, a conviven - cia e a troca de idéias para a ampliação das atividades sugeri - das pelo grupo.
B) EXPANSÃO: Esta fase começa a partir do momento em que os assistentes estão preparados e os participantes dese- jem que ela aconteça, pois, necessita do esforço conjunto para o desenvolvimento das atividades. ETAPAS: 1 – formação da biblioteca e centro de estudos para leitura e palestras educativas
2 – abertura de um curso de música para interes sados que não pertençam ao quadro de aten- didos. Seus professores serão os assistentes formados na primeira fase , que passarão a dar aulas remuneradas
3 - Curso de computação voltado às exigências do mercado de trabalho.
A fase de expansão, oferece possibilidades infinitas, a partir da credibilidade adquirida e o desejo de crescer por parte dos integrantes do projeto. Podemos incluir a abertura de novos cursos, intercambio com outras escolas e comunidades vizinhas e formação profissional ma- is ampla para os assistidos. É importante ressaltar que apenas será criado o que puder ser mantido. Grandes oficinas, maquinário sofisticado, cursos de alto custo só poderão ser mantidos se os recursos externos forem constantes.Em caso contrário, o convênio com empresas e entidades educacionais, a- tenderão, nesta fase do trabalho, ao número de assistidos que mani - festem vontade e estejam preparados para cursá-los. O projeto Música e Vida é, na realidade, o embrião mo - desto do primeiro núcleo implantado, trazendo as crianças para um convívio de amor e respeito. Devolvida a esperança, a fé, a segurança, o restante virá por acréscimo.
PROJETO MÚSICA E VIDA BOA ESPERANÇA - MINAS GERAIS
IMPLANTAÇÃO:
Início: 2001 Apoio: Obra Kolping do Brasil, entidade assistencial alemã, com sede à Rua Barão de Itauna,399 – Alto da Lapa São Paulo – Capital Local: instalações desativadas da Escola de Música Nel- son Freire, pertencente à Fundação Educacional e Cultural São José, situada à Praça Coronel Neves, 98. Ali, encontravam-se instrumentos musicais, salas de aula e instalações de secretaria.
Público Alvo: Crianças e jovens integrantes do Coral Kolping da Basilica Menor de Nossa Senhora das Dores. Integrantes: 20
OBJETIVOS: 1 – aplicação do Projeto Música e Vida 2 – reativação da escola de música com vistas à sua conversão em fonte de renda para manu - tenção do projeto.
DESENVOLVIMENTO:
a) Foram escolhidos como assistentes: Jurcilene Aparecida, Anelise Lidiane, Joana D”Arc e João Batista. b) Abriram-se matrículas para um curso de música para o ensino de piano, teclado, Violão e teoria musical, mi - nistrado por João Batista e a responsável pelo projeto.
EXPANSÃO: iniciada no segundo semestre de 2004. 2005 – Projeto Viola Esperança, com 30 assistidos,pa- trocinio FENAC ( Festival Nacional da Canção)
SITUAÇÃO 2007
ESCOLA DE MÚSICA :
Nº de matrículas = 26 Média mensal = 12 alunos Cursos : piano, violão, canto, flauta doce e transversal, Guitarra, contra baixo, Iniciação Musical,Per - cepção musical e Matérias teóricas.
PROJETO Nº de matrículas = 73 alunos Cursos: os mesmo oferecidos pela Escola de Música
PROFESSORES:
Formados pelo Projeto : 1º semestre : Jurcilene Ap. Silva – teclado Anelise Silva.......... – Canto Assistentes: Diego Jr................ – violão Valeria M. Silva.... – teclado Professores: João Batista Ireno. – Violão Fernando Lellis..... - Flauta e Percep. Musical Maria Lucia Diniz... – Piano e matérias Teóricas 2º semestre: Professores: Arnaldo Miranda ..... - Violão Fernando Lellis........ - Flauta e Percepção Afonso Reis ............ - Bateria Maria Lucia Diniz.... - Piano e M.Teóricas Assistentes : Valéria M. Silva ........ – Teclado e Coral Ariela Ferreira.......... - Piano Ronilson Cruz.......... - Prática de conjunto Leticia C.Machado... - Teclado e Teoria
A psicologia nos ensina que os primeiros anos de formação da criança são muito importantes por serem responsáveis pelo seu futuro caráter. Nesta 1a fase de seu desenvolvimento, a criança é capaz de exteriorizar alegria, dor, raiva, medo, demonstrando sua emotividade des- de o berço, caracterizando uma fase egocêntrica, onde está voltada só - mente para suas necessidades pessoais. O atendimento a cada uma dessas necessidades, a faz sentir-se segura, amada, desejada e poderá desenvolver-se sem traumas, sofrimentos ou conflitos. A passagem dessa fase para a fase social, acontece natu- ralmente quando a criança ingressa no ambiente escolar e passa a convi- ver com os colegas e professores. Se a 1a fase foi normal, a criança inse- re-se sem conflitos em seu novo ambiente, interessando-se por ele e de- senvolvendo sua capacidade de união e comunicação. Se, ao contrário, for portadora de problemas emotivos, vinda de um lar desequilibrado ,re - jeitada, agredida e carente, sua adaptação ao ambiente escolar pode ser difícil e, talvez, nem aconteça. Esta criança sente dificuldades para adaptar-se ao novo am- biente porque suas frustrações e carências a encaminham para a neces - cidade de ser aceita em seu próprio ambiente, ao mundo que ela conhe - ce e onde vivem outras crianças com as quais ele se identifica .Esse mun- do , geralmente, não é a sua casa, é a rua, onde encontra tudo que de - seja: amigos, diversão e até protetores que lhe oferecem atenção e di - nheiro em troca de serviços que incluem, o comercio de drogas, roubo e prostituição. Ela está preparada para uma outra forma de socialização: a marginalidade. A sociedade marginal é regida pelos mesmos princípios que regem a sociedade estabelecida. Ali encontramos honestidade, lealdade, justiça, ética e desejo de triunfo através do próprio esforço. A diferença básica é que, na marginalidade tais princípios estão colocados de forma inadequada pois reforçam a exclusão de um todo. A criança marginalizada, sentindo-se rejeitada pela socieda- de oposta à sua, torna-se presa fácil da violência, e do uso das drogas levada por um profundo sentimento de separatividade e frustração como se o mundo se resumisse em portas e janelas fechadas, sem escolhas e sem liberdade. Diante dessa realidade, criamos o projeto Música e Vida, cujo objetivo é devolver à criança a crença num mundo melhor, criado pelas próprias mãos, levando-a a um relacionamento humano correto, através da auto confiança e sentimento de igualdade em relação ao próximo. Música e Vida é um projeto simples. Seu instrumento de tra- balho é a música. Não existe em seus objetivos o desejo de formar virtuo- ses ou incensar talentos utilizando a mídia como intermediária de vaida - des: aproveitar tendências sim, enfatizar diferenças, não. A música é um fator de união poderoso: fazendo música, to - dos são iguais. A igualdade traz a compreensão; a compreensão traz a responsabilidade; a responsabilidade traz a cooperação; a cooperação traz a comunicação e a comunicação traz o Amor, o amor altruista, o a – mor fraterno que une e transforma.
“ Nenhum homem é uma ilha que se sustenta por si mesma; todo homem é uma parte do continente, uma parte do todo; se o mar arranca da terra um pequeno torrão o continente é diminuído, nem mais, nem menos, do que lhe fosse arrancado um promontório...” John Donne, poeta in - glês. 1572 - 1631
Público Alvo : crianças e adolescentes na faixa etária de 7 a 18 anos.
ESTRATÉGIA DE AÇÃO: obedece a 2 fases:
A) IMPLANTAÇÃO B) EXPANSÃO
A) IMPLANTAÇÃO: Chegada à comunidade e conhecimento de seus membros. Uma sala, um galpão, uma garagem, enfim, qualquer espaço, servirá para o início do trabalho. Nesta fase, serão convidados a participar os membros da comunidade que saibam cantar ou tocar um instru- mento. Dessas habilidades, partirá a formação didática dos as - sistentes, sob a orientação do responsável pelo projeto. Como atividade coletiva, com vistas à socia- lização, serão organizados 2 coros – infantil e adulto – com a participação de todos que o desejarem. Além da atividade coral, as reuniões para ensaio, incentivarão a fabricação de instrumentos, a conviven - cia e a troca de idéias para a ampliação das atividades sugeri - das pelo grupo.
B) EXPANSÃO: Esta fase começa a partir do momento em que os assistentes estão preparados e os participantes dese- jem que ela aconteça, pois, necessita do esforço conjunto para o desenvolvimento das atividades. ETAPAS: 1 – formação da biblioteca e centro de estudos para leitura e palestras educativas
2 – abertura de um curso de música para interes sados que não pertençam ao quadro de aten- didos. Seus professores serão os assistentes formados na primeira fase , que passarão a dar aulas remuneradas
3 - Curso de computação voltado às exigências do mercado de trabalho.
A fase de expansão, oferece possibilidades infinitas, a partir da credibilidade adquirida e o desejo de crescer por parte dos integrantes do projeto. Podemos incluir a abertura de novos cursos, intercambio com outras escolas e comunidades vizinhas e formação profissional ma- is ampla para os assistidos. É importante ressaltar que apenas será criado o que puder ser mantido. Grandes oficinas, maquinário sofisticado, cursos de alto custo só poderão ser mantidos se os recursos externos forem constantes.Em caso contrário, o convênio com empresas e entidades educacionais, a- tenderão, nesta fase do trabalho, ao número de assistidos que mani - festem vontade e estejam preparados para cursá-los. O projeto Música e Vida é, na realidade, o embrião mo - desto do primeiro núcleo implantado, trazendo as crianças para um convívio de amor e respeito. Devolvida a esperança, a fé, a segurança, o restante virá por acréscimo.
PROJETO MÚSICA E VIDA BOA ESPERANÇA - MINAS GERAIS
IMPLANTAÇÃO:
Início: 2001 Apoio: Obra Kolping do Brasil, entidade assistencial alemã, com sede à Rua Barão de Itauna,399 – Alto da Lapa São Paulo – Capital Local: instalações desativadas da Escola de Música Nel- son Freire, pertencente à Fundação Educacional e Cultural São José, situada à Praça Coronel Neves, 98. Ali, encontravam-se instrumentos musicais, salas de aula e instalações de secretaria.
Público Alvo: Crianças e jovens integrantes do Coral Kolping da Basilica Menor de Nossa Senhora das Dores. Integrantes: 20
OBJETIVOS: 1 – aplicação do Projeto Música e Vida 2 – reativação da escola de música com vistas à sua conversão em fonte de renda para manu - tenção do projeto.
DESENVOLVIMENTO:
a) Foram escolhidos como assistentes: Jurcilene Aparecida, Anelise Lidiane, Joana D”Arc e João Batista. b) Abriram-se matrículas para um curso de música para o ensino de piano, teclado, Violão e teoria musical, mi - nistrado por João Batista e a responsável pelo projeto.
EXPANSÃO: iniciada no segundo semestre de 2004. 2005 – Projeto Viola Esperança, com 30 assistidos,pa- trocinio FENAC ( Festival Nacional da Canção)
SITUAÇÃO 2007
ESCOLA DE MÚSICA :
Nº de matrículas = 26 Média mensal = 12 alunos Cursos : piano, violão, canto, flauta doce e transversal, Guitarra, contra baixo, Iniciação Musical,Per - cepção musical e Matérias teóricas.
PROJETO Nº de matrículas = 73 alunos Cursos: os mesmo oferecidos pela Escola de Música
PROFESSORES:
Formados pelo Projeto : 1º semestre : Jurcilene Ap. Silva – teclado Anelise Silva.......... – Canto Assistentes: Diego Jr................ – violão Valeria M. Silva.... – teclado Professores: João Batista Ireno. – Violão Fernando Lellis..... - Flauta e Percep. Musical Maria Lucia Diniz... – Piano e matérias Teóricas 2º semestre: Professores: Arnaldo Miranda ..... - Violão Fernando Lellis........ - Flauta e Percepção Afonso Reis ............ - Bateria Maria Lucia Diniz.... - Piano e M.Teóricas Assistentes : Valéria M. Silva ........ – Teclado e Coral Ariela Ferreira.......... - Piano Ronilson Cruz.......... - Prática de conjunto Leticia C.Machado... - Teclado e Teoria
Música e Vida é um projeto simples. Seu instrumento de trabalho é a música. Não existe em seus objetivos o desejo de formar virtuoses ou incensar talentos utilizando a mídia como intermediária de vaidades: aproveitar tendências sim, enfatizar diferenças, não.
A música é um fator de união poderoso: fazendo música, todos são iguais. A igualdade traz a compreensão; a compreensão traz a responsabilidade; a responsabilidade traz a cooperação; a cooperação traz a comunicação e a comunicação traz o Amor, o amor altruista, o amor fraterno que une e transforma.
“ Nenhum homem é uma ilha que se sustenta por
si mesma; todo homem é uma parte do continente,
uma parte do todo; se o mar arranca da terra um pequeno torrão
o continente é diminuído, nem mais, nem menos,
do que lhe fosse arrancado um promontório...”
John Donne, poeta inglês. 1572 - 1631
IMPLANTAÇÃO: Início: 2001
Apoio:
Fundação Educacional e Cultural São José
C.E. Auta de Souza Rua Mairinque, 299 Vila Clementino - São Paulo - SP
IMIDEC
Instituto Mineiro de Defesa do Consumidor
Rua Governador Valadares, 80 Boa Esperança - MG
Instalações
Biblioteca
Sala de vídeo e Palestras
Sala de computação
Salas de ensino de instrumentos músicais
Número de assistidos: 150
DIRETORIA
Presidente: Maria Lucia Santos Diniz
Vice-Presidente: Antonio de Pádua Rosa
1º Secretário: José Carlos de Souza Finochio
2ª Secretária: Detiane de Paula Silva
1º Tesoureiro: Adriano de Oliveira
2º Tesoureiro: Arnaldo Miranda
Conselho Fiscal:
Cleuza de Fátima Resende
Fernando Lellis Oliveira
Serafim Ribeiro
Corpo Docente: Arnaldo Miranda
Afonso Reis
Fernando Lellis
Maria Lucia Diniz
João Batista Gerônimo
Assistentes:
Alisson Pereira Lara
Ariela Cristina Ferreira
Fábio Antônio da Silva
Isabela Maria da Silva
Ronilson Cruz
Thayslane Araújo
Valéria Monike da Silva
O Projeto está fazendo a sua parte, mas precisa de você naquilo que lhe for possível fazer.
É preciso caminhar e precisamos da sua ajuda.
∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ✿ ∙
Piano
Violão
Canto
Flauta doce e transversal
Bateria
Guitarra
Contra baixo
Teclado
Clarinete
Saxofone
Trompete
Tuba
Bombardino
Matérias teóricas
Iniciação musical
Percepção musical
∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ✿ ∙
Projeto "Viva a Banda"
Com a formação da "Banda Sinfônica Música e Vida".
Projeto "Um toque na Escola"
Criação de células para o ensaio da música e prática musical em escolas da periferia. 1ª célula: G. E. N. DEP. José Aldo - Av. João Júlio de Faria, 2079 Jardim das Palmeiras